Sistemas cobertos

O que inspecionamos

ELÉTRICA

Sistemas Elétricos

Painéis de distribuição, quadros de comando, disjuntores, barramentos, conexões e transformadores.

  • Sobrecarga em conexões e terminais
  • Desequilíbrio entre fases
  • Mau contato e oxidação
MECÂNICA

Sistemas Mecânicos

Motores, rolamentos, acoplamentos, redutores e demais componentes rotativos.

  • Atrito e desgaste anormal
  • Falha de lubrificação
  • Desalinhamento progressivo
ESTRUTURAS

Linhas e Estruturas

Torres de transmissão, isoladores, conexões aéreas e infraestrutura elétrica externa.

  • Inspeção a distância segura
  • Pontos de fuga e sobreaquecimento
  • Avaliação de isoladores
Metodologia

Como cada inspeção é feita

Não é só apontar a câmera — é aplicar um método consistente que transforma imagem térmica em decisão técnica confiável.

Análise de Delta T com referencial

A temperatura de um ponto isolado não diz muito. Comparamos sempre contra um referencial técnico — a temperatura ambiente, um componente equivalente ou um critério normativo — para determinar se a variação é normal, moderada ou crítica.

Comparação entre elementos semelhantes

Componentes equivalentes num mesmo circuito ou sistema — como as três fases de um painel — devem se comportar de forma parecida. Quando um se destaca dos demais, isso é sinal de anomalia real, não de ruído de medição.

Busca de anomalias térmicas

Varredura completa da instalação, não amostragem parcial — o objetivo é encontrar o ponto fora do padrão antes que ele se manifeste como falha visível ou parada.

Monitoramento periódico

Para pontos de atenção identificados, oferecemos acompanhamento recorrente — permitindo ver a evolução de uma anomalia ao longo do tempo, e agir antes do nível crítico.

Produção de gráfico temporal

Cada monitoramento gera uma série histórica visual, facilitando a decisão de manutenção com base em tendência, não em uma leitura isolada.

Referencial de norma técnica

Os critérios de severidade aplicados seguem referenciais técnicos reconhecidos do setor — garantindo que a classificação de risco tenha base objetiva.

Relatório em software próprio

Toda inspeção é documentada em sistema de análise dedicado, gerando relatórios padronizados, com imagens, medições ponto a ponto e classificação de severidade — prontos para respaldar decisões de manutenção.

Processo de contratação

Do contato ao relatório

01

Contato inicial

Você descreve a instalação e o escopo — via WhatsApp ou e-mail.

02

Visita técnica

Inspeção no local, com câmera termográfica, em todo o estado de SP.

03

Análise

Processamento das imagens, Delta T, comparação e classificação de severidade.

04

Relatório final

Entrega do laudo técnico, com recomendação de ação por ponto identificado.

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